quarta-feira, 28 de março de 2012

Jesus e a Natureza de Deus

De acordo com a História, um dos tópicos mais controvertidos entre os que afirmam seguir a Bíblia tem sido a natureza de Jesus e sua relação com o Pai. Nos primeiros cinco séculos após a encarnação de Cristo, os cristãos passaram pelas chamadas "controvérsias cristológicas": vários grupos defendiam visões completamente diferentes com respeito à natureza de Jesus Cristo e do ser divino. Isso talvez não nos cause nenhum espanto. Satanás desejaria mais do que nunca introduzir entre os discípulos erros no que se refere à natureza de Deus, sendo esses erros básicos e extremamente prejudiciais. Além disso, qualquer ser humano que tente compreender a natureza de Deus está lidando com um assunto muito mais profundo que ele mesmo. É natural tentar reduzir Deus às condições humanas e começar a analisá-lo de acordo com as limitações humanas.

Mesmo hoje, há acirradas controvérsias entre os supostos seguidores do Senhor Jesus no que diz respeito à natureza e ao conceito da divindade. Neste artigo não pretendemos abranger todas, nem esgotar o estudo de uma delas, mas apresentar certos princípios bíblicos que nos orientarão diante das várias doutrinas acerca de Jesus.

É importante começar qualquer estudo com a postura correta. Precisamos sempre estar dispostos a submeter os nossos conceitos ao significado imparcial dos textos bíblicos. Consultar a Bíblia para tentar provar o que já decidimos ser a nossa crença é perigoso e muitas vezes leva a equívocos. Se as nossas concepções nos obrigam a torcer as Escrituras para que se encaixem ao que pensamos, então devemos abandonar os nossos conceitos. Nem tudo na Bíblia nos parecerá sábio e razoável. A sabedoria de Deus não se sujeita à nossa avaliação. Por causa das nossas limitações, a sabedoria de Deus às vezes parece tola. Não é necessário que tudo tenha sentido para nós nem que tudo seja coerente, mas pela fé devemo-nos submeter ao que a Palavra de Deus claramente afirma sem rodeios (estude 1 Coríntios 1-2).

domingo, 22 de maio de 2011

Pensamento de Ovelhas.....


Esta parábola trata de maneira clara e evidente a tão esperada mudança para o melhor, para a Salvação, quando o Bom Pastor, o Filho de Deus, chega ao mundo para encontrar e salvar sua ovelha perdida — o homem pecador. A parábola sobre a ovelha perdida, assim como as duas parábolas seguintes, são contadas em resposta ao descontentamento dos livreiros judeus enraivecidos, que repreendiam Cristo por sua atitude compassiva aos pecadores inveterados.

"Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e não vai após a perdida até que venha a achá-la? E achando-a, a põe sobre seus ombros, gostoso; e chegando à casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento" (Lc. 15:1-7).

Os orgulhosos e jactanciosos livreiros judeus esperavam que o Messias chegasse para formar um reino poderoso e glorioso, no qual eles teriam um papel relevante. Eles não compreendiam que o Messias é, antes de mais nada, um Pastor dos Céus, e não um dirigente terreno. Ele veio ao mundo com o intuito de salvar e trazer de volta ao Reino de Deus aqueles que admitiam ser pessoas irremediavelmente perdidas. Nesta parábola, a compaixão do pastor à ovelha perdida manifesta-se principalmente no fato do mesmo não tê-la castigado, e sim colocado sobre seus ombros e a trazido de volta. Isto simboliza a salvação da humanidade pecadora, quando Cristo crucificado tomou para si os nossos pecados, purificando-os. A partir disso, o poder expiatório do sofrimento da crucificação de Cristo possibilita o renascimento moral do homem, devolvendo-lhe a retidão perdida e o deleite da comunhão com Deus.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ser Pastor....

Zozinh@@@@ disse...

Não tem como medir o tamanho do amor que Deus tem por um pastor de Ovelhas,penso que Deus quando olhou para o homem e soprou alí do pó,viu também alguém que poderia liderar milhares de pessoas,porque Jesus enquanto homem era o grande lider daquele povo,isso porque ele pregava a humildade,a salvação, o amor o seguir...por isso o maior lider de todos os tempos é Jesus... Cristo!e aqui na terra ele nomeou e escolheu os pastores para servir, seguir,liderar......

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Uma reflexaõ do que é Milagre....

– O QUE É MILAGRE






- “Milagre” é uma palavra de origem latina, de “miraculum”, “algo espantoso, admirável, extraordinário”. No Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é “ato ou acontecimento fora do comum, inexplicável pelas leis naturais”. Na Bíblia On Line da Sociedade Bíblica do Brasil, milagre é conceituado como “fato ou acontecimento fora do comum, que Deus realiza para confirmar o Seu poder, o Seu amor e a Sua mensagem.”

OBS: É interessante a definição dada por um texto islâmico de milagre que, por sua biblicidade, aqui transcrevemos: “Um milagre é definido como um acontecimento extraordinário que não seria possível sob condições normais e que é realizado por Deus através dos Profetas que Ele enviou como Seus Representantes para confirmar sua veracidade….” (ZIAD, Mohamad. Que é um milagre? Disponível em: – A verdadeira questão é que a missão de Jesus envolvia a realização de milagres para que não somente as pessoas cressem nEle como o Messias, mas percebessem a presença atuante e participativa de Deus em o nosso dia-a-dia, a Sua companhia para conosco, a presença do Espírito Santo no meio do Seu povo. Os milagres não estão relacionados somente com a fé, fé esta que vem pelo ouvir pela Palavra de Deus, mas com a glória do nome de Jesus, com o sentimento de Sua presença dando-nos vitória a cada instante contra o mal, o pecado e as suas deletérias conseqüências, fazendo com que se tenha ousadia e eficácia na obra de Deus, fazendo com que todos percebam e sintam a realidade presente do reino de Deus.

OBS: Por sua pertinência, ainda esta vez transcrevemos texto islâmico sobre os milagres: “…Portanto, pode-se dizer que o objetivo principal dos milagres é proporcionar uma prova tangível na hora de convidar as pessoas a acreditarem, apresentando algo aceitável e deixar a seu livre arbítrio aceitar ou rejeitar e seguir na sua incredulidade….” (ZIAD, Mohamad. op. cit.).

- Se é verdade que o registro das Escrituras nos permitem conhecer quem é Deus e nEle crer, não é menos verdadeiro que a realização no presente de sinais e maravilhas estimulam, incentivam e edificam a nossa vida espiritual, impedindo-nos de desanimar, um dos grandes riscos e perigos da jornada rumo ao céu. Não nos esqueçamos do clamor de Gideão que, apesar de ser um varão valoroso, fez questão de ressaltar que a glória representada pelos sinais e maravilhas dos dias de Moisés pouco significavam diante das mazelas presentes da opressão dos midianitas (Jz.6:12,13). Gideão não era descrente, nem um covarde, mas a falta de sinais efetivos e presentes o impediam de pôr a sua coragem em ação, levando-o, quando muito, a malhar o trigo em um lagar.

- Na luta diária contra as hostes espirituais da maldade (Ef.6:12), contra as portas do inferno (Mt.16:18), a Igreja não pode apenas viver dos registros constantes das Escrituras, mas tem de sentir a glorificação presente e atual de Jesus através da operação de poder pelo Espírito Santo, que foi derramado sobre a Igreja, entre outras coisas, precisamente para glorificar o nome de Jesus (Jo.16:14). Uma das formas de glorificação é a realização de sinais e maravilhas, quando o Pai é glorificado no Filho (Jo.14:13,14).

- Jesus não limitou esta situação apenas aos apóstolos, como defendem os “cessacionistas”, mas “a todos quantos Deus nosso Senhor chamar”. Não houve, em absoluto, cessação dos milagres ao longo da história da Igreja, mas uma diminuição que, ao contrário do que afirmam os “cessacionistas”, está, sim, relacionada à falta de fé ou, quando muito, à falta de insistência por parte dos cristãos, pois os milagres precisam ser buscados, procurados por parte daqueles que deles necessitam (Sl.105:4; Mt.7:7; Lc.11:9; Cl.3:1).

- A história da Igreja está repleta de exemplos de que, quando os crentes passaram a buscar a Deus de forma mais decidida, orando, jejuando e se santificando, Deus promoveu grandes avivamentos, sempre acompanhados de sinais e maravilhas, de que é prova, aliás, o avivamento pentecostal, que já tem mais de 100 anos de existência, embora, tenhamos de admitir, em muitos lugares, pela falta de persistência, não mais vemos tanto sinais e maravilhas como no passado. De qualquer maneira, esta é a maior demonstração de que é propósito do Senhor fazer com que os milagres que ocorreram em Seu ministério terreno continuem a acontecer durante a dispensação da graça, que só terminará com o arrebatamento da Igreja.

- O próprio Novo Testamento é prova do que estamos a dizer. Nele está registrado que Jesus disse que os Seus discípulos fariam obras maiores do que Ele havia feito (Jo.14:12). Ora, nas páginas do Novo Testamento, estão registrados apenas 20 milagres dos apóstolos, enquanto que os Evangelhos registram 36 milagres de Jesus. Como, então, admitir que, com a conclusão do Novo Testamento, os milagres cessaram? Para que a Palavra de Deus se cumpra, tem-se como necessário que os milagres prosseguissem depois dos dias apostólicos, portanto.

- Não resta dúvida de que sinais e prodígios, por si só, são um perigo, como defendem os “cessacionistas”. Mas daí a dizer que todo prodígio e sinal que se apresente como sendo de Deus tenha origem em Satanás, como afirmam ou insinuam alguns “cessacionistas” é tão perigoso quanto, visto que foi assim que reagiram os fariseus quando viram Jesus expulsando demônios, num gesto que o Senhor considerou como sendo blasfêmia contra o Espírito Santo. No lago de fogo e enxofre, estarão tanto os que creram em sinais e prodígios de mentira, quanto os que atribuíram ao demônio obras genuínas do Espírito Santo. Tomemos cuidado, tudo examinemos e não sejamos nem ingênuos, nem incrédulos.

OBS: Reproduzimos, a respeito, texto do cardeal patriarca católico romano de Lisboa, pertinente e com respaldo bíblico: “…Esta pedagogia dos “sinais”, manifestação da acção de Deus, que ajudam a acreditar, continua na Igreja. Deus continua a agir na Igreja e em cada crente, através do Espírito Santo que foi derramado nos nossos corações. A fé é, também, atenção a essa acção de Deus, em nós e nos outros, que nos leva a reconhecer, em cada momento e em cada tempo, as “mirabilia Dei”. O discernimento desses “sinais” é importante para fortalecer a nossa fé. No tempo da Igreja também há “milagres”, quase sempre pontos de partida para grandes conversões e encontro com Cristo Vivo. Mas é, sobretudo, o que o Espírito realiza no coração dos cristãos, em ordem à fidelidade e à santidade: conversões inesperadas, a fidelidade até ao martírio, a ousadia missionária, o dom da contemplação e da união mística com Deus, o dom radical ao serviço dos irmãos….” (POLICARPO, D. José. op.cit.)